sábado, 9 de julho de 2011

Não me acabo !



Não me acabo!

Eu é que não fumo cigarro porque faz mal pro pulmão
Mas também não vou viver só de pão pullman
Eu é que não me acabo atrás de qualquer sensação
Mas também não vou acordar cedo toda manhã
Porque eu
Cuido da minha saúde
Eu
Eu sempre tive virtude
Eu
Não vou me destruir
Mas também não deixo de me divertir

O meu exercício predileto é pensar
Passo muitas horas do dia só pensando
Às vezes levo o meu corpo para passear
Enquanto ele faz cooper eu fico esperando
Eu...

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Tudo novo de novo


Tudo novo de novo

Vamos começar
Colocando um ponto final
Pelo menos já é um sinal
De que tudo na vida tem fim

Vamos acordar
Hoje tem um sol diferente no céu
Gargalhando no seu carrossel
Gritando nada é tão triste assim

É tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos

Vamos celebrar
Nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela de trás apagou

E vamos terminar
Inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabou

Mas é tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos


mOSKA

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

To fudido !


Vamos fazer assim:
To fudido !
E agora?
O foda é que não da pra voltar, pois nem sei mais o caminho.
O foda é que eu nem sei se tava mesmo na direção certa.
O foda é que o tempo ta passando e nem sempre a favor.
O foda é que não sei se vale mais a pena.
O foda é que eu ainda não fiz nada ...

Emilo Millo

terça-feira, 3 de agosto de 2010

viver carregando coisas...


Tenho reparado que todos nos em alguma fase da vida temos um complexo de caramujo
Alguém já ouviu falar disso? Não? Eu vou tentar explicar...
Em nossas vidas sempre estamos andando e captando imagens, emoções, sensações entre outras coisas.
Sempre estamos juntando coisas seja ela a menor que seja até as mais volumosas e pesadas.
Você acha que só podemos levar o que podemos carregar? Imagine só, se não levássemos todas as emoções que passamos nossas infâncias, nossas frustrações da adolescência, nossas tristezas de quem foi embora, nossas raivas daquilo que não deu certo, nossas angústias de um noticia que nunca chega, já imaginou? Teríamos que ter um gigantesco caracol nas costas para pode levar todas essa bagagens.
Derrepente penso que nos dependemos daquilo que carregamos.
Faça um teste olhe para o lado e veja se seu amigo não esta com algum objeto seja ele uma mochila, bolsa ou um pen drive.
Todos nos temos a necessidade de carregar alguma coisa seja uma sacola plástica ou uma decepção.

Emilio Millo

domingo, 4 de julho de 2010

Coisas que ainda sinto saudade ou falta...


Coisas que ainda sinto saudade ou falta...

Sentir falta de algo muitas vezes faz bem, faz bem para colocar as coisas nos eixos. Para pensar ou esquecer.
Hoje eu consigo sentir esse sentimento com certa nostalgia, acho que quando a gente vai crescendo, essa falta vai se tornando uma espécie de lembrança boa, pois quando nos damos conta essa falta vai se tornando saudade.
Mas atenção!!
Saudade não tem nada haver com sentir falta.
Sentimos falta de muitas coisas como, uma comida gostosa, falta de dormir até mais tarde, falta daquele cafuné que só a mãe da gente sabe fazer, falta de não fazer nada mesmo quando não tinha nada para fazer.
Sentir falta chega ser egoísta, muitas vezes chega ser material, do cheiro do café amargo que ela bebia, da roupa mau passada que ela usava, daquela camiseta do Mickey Mouse que ela trouxe da Disney e você usou durante muito tempo, e ainda é possível sentir o cheiro.
Sentir falta não é menor e nem menos importante como sentir saudade e pode ser tão doloroso quanto.
Saudade é uma coisa que derruba, faz com que a gente tenha raiva, alegria, tristeza e mais saudade.
Saudade pode ser inventada a falta não da para inventar, saudade é sempre continua a falta é curtíssima.
Hoje eu sinto saudade de muitas coisas que eu não gostava de fazer e sinto falta de outras coisas que gostava, vai entender...
Hoje eu sinto saudade do cheiro da Tangerina e da Alecrim, sinto saudade de acordar no domingo e colocar a música “Bom dia” do Nando Reis, sinto saudade de passar horas cortando a grama, comer a torta Mariana na Bia, sinto saudade de sair do banho e poder dormir a três.
A falta está no dia a dia, esta na rotina, nos altos e baixos da vida nas pequenas coisas. A falta é precisa, pontual e que pode aparecer todos os dias.
A falta é como uma dorzinha, que dói hoje depois passa e volta dois dias depois e de repente, quando percebemos vira um câncer.
A falta vem sempre quando notamos que não temos ninguém para implicar com a gente, e dizer que a conta de luz, água, telefone venceu.
A falta vem quando você sente aquele cheiro de pipoca e você sabe que já comeu a melhor pipoca do mundo.
A falta vem quando você usava aquela sandália de couro já surrada pelo tempo.
A falta vem quando ela acordava mais sedo e você a assistia trocando de roupa e sempre ela dizendo que estava gorda.
Não sei se a saudade e a falta tenham cura, mas ainda acho que não inventaram outro remédio a não ser a única solução razoável é a mais temida, e que serve para as duas que é o esquecimento.

Emilio Millo


ao som de Frejat - Nada Além -

terça-feira, 22 de junho de 2010

quarta-feira, 19 de maio de 2010